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A expertise em urbanismo, entre Europa e América Latina: circulaçao, hibrizaçao e adeptaçao dos saberes.

Angelo Bertoni (ENSAS, AMUP) angelo.bertoni@strasbourg.archi.fr
Maria Stella Martins Bresciani (UNICAMP, CIEC) sbrescia@lexxa.com.br

Angelo Bertoni (Université de Strasbourg, AMUP)
O estudo das trajetórias profissionais, uma contribuição para a história do urbanismo.

Ana Beatriz Pahor Pereira da Costa (Universidade de São Paulo)
Pensando a cidade por meio da habitação: as habitações para operários do começo do século XX entre São Paulo e Paris.

Adalberto Retto Junior (UNESP / BAURU)
Victor da Silva Freire: de Lisboa à São Paulo.

Carlos Monteiro de Andrade (Universidade de São Paulo)
Os projetos de Barry Parker para a Cidade de São Paulo.

Leonardo Novo (UNICAMP, CIEC)
Entre América e Europa, viagens e urbanismos de Flávio de Carvalho.

Josianne Francia Cerasoli (UNICAMP, CIEC)
Relações transatlânticas multidirecionais e desiguais na formação do urbanismo nos anos 1920.

Leopoldo Prieto (Universidad Nacional de Colombia)
Entre hipocresías y enfrentamientos. Los conflictos no contados con las ideas arquitectónicas y urbanísticas europeas en Bogotá, Quito y Lima entre 1910 y 1930.

Beatriz Barsoumian De Carvalho, Juliana Silva Ramos, Matheus Bonini Machado (Universidade de São Paulo).
Institucionalidades transnacionais: CINVA-Bouwcentrum e redes de expertise latinoamericanas

Katharina Schembs (Universität zu Köln)
Urbanistas en el exilio. Urbanismo, vivienda pública e intercambio transnacional (México 1970-1988).

Maria Stella Martins Bresciani (UNICAMP, CIEC)
As viagens transatlânticas na formação dos arquitetos-urbanistas. Primeira metade do século XX.

Resumen:

O domínio do urbanismo, como saber e saber-fazer, possibilita expor processos de circulação e hibridização culturais nas relações entre as duas margens do Atlântico. Trocas internacionais, congressos, exposições e concursos contribuíram para afirmar o urbanismo como arte e ciência transnacional atuante em projetos e transformação de cidades. Em 1985 Jean-Louis Cohen lembrava «a extensão das redes ideológicas e culturais transnacionais pelas quais as políticas sociais e arquiteturais se formulam» e enunciava como pista promissora o estudo das trajetórias profissionais. Numerosos trabalhos utilizaram a mobilidade como resultado do jogo da circulação e das conexões transnacionais, de profissionais e de ideias, para identificar personagens e seus projetos, e questionar políticas públicas e mercados profissionais. Ao interrogar trajetórias de profissionais que exerceram seu conhecimento entre a Europa e a América Latina, o foco é elucidar a elaboração, circulação e hibridização dos saberes e dos saber-fazeres em urbanismo. Nesses percursos transatlânticos merece particular atenção o espaço mediterrâneo, como lugar de experiências e fonte de inspiração, no intuito de transpor a oposição entre saberes identificados a nacionalidades específicas e considerar as práticas em sua ampla interrelação transnacional.

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